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Os 6 erros mais comuns no MTB

Os 6 erros mais comuns no MTB

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A melhor maneira de desfrutar das nossas pedaladas é aproveitando toda a energia que sai das nossas pernas e por isso nada melhor do que uma boa técnica, sem erros!

Sem contar que alguns erros podem colocar em risco nosso equipamento e nossa própria integridade física.

Listamos os erros mais comuns que nós mesmos já cometemos e observamos durante nossos mais de 30 anos pedalando por ai.

Usar os freios de forma errada

Muitas pessoas só freiam com o freio traseiro, afirmando que o frear com o dianteiro faria com que eles levassem um capote. Usar apenas o freio traseiro não é muito eficaz, porque é o freio dianteiro que realmente para a bike. Em vez de ignorá-lo, tente frear com ambos, aplicando a força individual necessária em cada um deles. Tenha cuidado com superfícies escorregadias (travessia de pedestres molhada, areia solta, cascalhos, limo…) ou nas curvas apertadas, e procure áreas com boa aderência para conhecer os limites da frenagem. Em caso de parada repentina, não esqueça de jogar o corpo para traz antes de frear.

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Pedalar na cadência “tartaruga”

Uma das falhas mais comuns é pedalar com cadência anormalmente baixa, cerca de 45 rotações por minuto ou menos. Mesmo que pareça que você está menos cansado, que sua respiração está menos ofegante, você está praticando um esforço menos cardiovascular e mais muscular e corre riscos de sobrecarregar seus tendões (tendinite). Tente não cair de 55-60 rotações nas subidas e 75-80 no nível plano. Pesquisam provam que as pernas são mais eficientes ao pedalar nesse ritmo. Se não tiver um medidor de cadência, aprenda a medir com técnica simples… Conte quantas vezes seu pé direito atinge a parte mais baixa do giro do pedal em 15 segundos, multiplique por 4… esta é sua cadência.

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Altura incorreta do selim

Outro dos erros clássicos é a altura incorreta do selim. Se ele não estiver na altura correta, você não aproveitará a força de suas pernas e provavelmente terá dores na região anterior do joelho (assento baixo) ou na área poplítea posterior (assento elevado). Certifique-se de que, ao pedalar, os joelhos se aproximem da extensão máxima no ponto mais baixo da pedalada, mas sem nunca chegar a ela. Se você tirar a medida da virilha até o chão (calçado com sua sapatilha) e multiplicá-lo por 0,88, você terá um bom parâmetro para saber a altura ideal. O valor encontrado deve ser distância do eixo central até o topo do selim.

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O ranger das correntes

Não há nada mais inadequado do que pedalar sua bike ouvindo barulhos como chiados, ruídos e cliques ao pedalar. Há pessoas que pensam que o óleo é apenas para saladas e que a corrente da bicicleta não precisa de manutenção. Falsa verdade! Você não pode esquecer de lubrificar sua corrente a cada três ou quatro dias de uso… mas nada de usar óleo singer, desengripante ou óleo de motor. Procure um específico (em lojas de bicicletas), ele tem aditivos que o deixam mais grudado na relação, ao invés de escorrer pelas peças como ocorreria com óleos impróprios. O óleo é necessário não apenas para evitar o ruído, mas, acima de tudo, para prolongar a vida útil de toda a transmissão. À menos que você seja um semi rico!

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O que? Mais ar que no meu carro?

Muitas pessoas colocam menos ar nas rodas da bicicleta do que precisam. Há outros que colocam muito mais ar que o necessário! Estas pessoas se baseiam na calibragem dos seus carros… Erro fatal! A dinâmica de calibração das bikes é completamente diferente. Veja as recomendações de calibragem na banda do seu pneu. Colocando pouco de ar há mais atrito, a pedalada fica mais difícil, e fica mais fácil soltar o pneu do aro ou sofre com as famosas “mordidas” de pneu, que é quando um obstáculo (como raízes ou pedras) mascam o pneu contra o aro provocando cortes. Pneus calibrados em excesso ficam pouco aderentes ocasionando derrapagens, além de ficarem mais propensos à furos por objetos ponteagudos… O correto é saber a calibragem baseado no tipo de pneu, terreno e peso do ciclista.

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Que dor nos pés!!!

Outra falha comum é apoiar o pé no pedal com a área errada. Muitas pessoas posicionam mal o taquinho da sapatilha e ficam com os pedais mais próximos dos calcanhares, ou nas pontas ou com a parte do meio do pé. O correto é apoiar o taquinho na área metatarsal, logo abaixo da “bola” do pé. Além de ganhar mais eficiência você evitará lesões.

Tudo isto pode parecer básico… mas comece a observar e ficará surpreendido com a quantidade de ciclistas que cometem 1 ou mais dos erros acima!

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